Me aventuro sempre...entro em todos os palcos.
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais fortes, dos cafés mais amargos. Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco e eu vou dizer: E daí? Eu adoro voar. Liberdade é pouco, o que eu quero ainda não tem nome. Sinceramente, Vivo. Portanto, suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... ou toca, ou não toca. Quem sou? Bem, isso já é demais... Clarice Lispector
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